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"Crônica F.C." - Ex-Jogadores

Até o início de 2006 Ronaldinho Gaúcho encantava o mundo com seu futebol objetivo, leal e vistoso. Foi escolhido melhor jogador do mundo pela FIFA em 2004 e 2005. Desde então, dentro e fora de campo, só frustrações. Muita balada e pouco futebol, na copa de 2006 foi chamado de foca, falaram que tinha que abrir um circo entre outras críticas.

Há algumas semanas Ronaldinho começou a negociar seu retorno ao Brasil, o clube? Grêmio é claro, afinal foi o clube que o revelou ao mundo. Negociações quase certas entre Assis (irmão, empresário do jogador e ex-jogador) e o Grêmio. Eis que outros clubes entram na briga: Flamengo e Palmeiras. Uma semana foi o suficiente para Assis deixar os dirigentes dos três clubes loucos, um verdadeiro leilão pela posse do ex-craque.

A diretoria do Palmeiras tinha tudo acertado com Assis, a do Grêmio também e o Flamengo? Praticamente. Estranho apenas um jogador em negociação, acertado com três times. Ronaldinho marcou uma coletiva para dizer que não tinha acertado com ninguém ainda. Dias depois o Grêmio desistiu da negociação e da participação em leilão de "ex-jogador", coloco aspas pois ele ainda vai jogar, mas já devia ter parado.

Resumo da história, o Flamengo fechou um acordo com o Milan. Grêmio e Palmeiras desistiram. Talvez a faixa colocada em Porto Alegre pelos gremistas diga tudo: "GRÊMIO: SE Ñ FOR POR AMOR NÃO QUEREMOS TRAIDOR."



Certo é que dois ex-jogadores estão fazendo leilão no Brasil, Ronaldinho e Assis. Mercenários, como se diz na linguagem do futebol. Ainda não foi fechado contrato com nenhum time, espero que desistam e que Ronaldinho decida se aposentar. Tanta gana por dinheiro irrita não só a mim, mas a muitos por aí.

Ronaldinho já foi bom dentro do campo, e por pouco tempo, fora dele nunca foi.
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Um Mito no Tennis Mundial

Ver Roger Federer jogar é um privilégio. É como ler uma poesia bem escrita, os sets se confundem com estrofes, os games com versos e os pontos com palavras. Ver a eficiência mesclada com a beleza de movimentos perfeitos me remetem Michael Jordan no basquete. Saber que tanta arte venceu metade dos Grand Slam's disputados desde 2003 é gratificante.
Para muitos entendedores do tennis ele é o maior da história. Para os leigos também, é possível ligar a TV e mesmo sem entender nenhuma regra ou sequer gostar do esporte se encantar com sua maneira de jogar.
Entre 2003, ano que Federer venceu seu primeiro Grand Slam e 2010 foram disputados 32 torneios desse tipo, 16 vencidos por ele. Sem contar que participou de 22 finais e também venceu 5 torneios dos campeões da ATP, torneio que não vale pontos ao ranking mas é disputado pelos 8 melhores tennistas da temporada. Se você encurtar a amplitude de anos se consegue números ainda mais impressionantes, entre 2004 e 2007 ele venceu 11 dos 16 Grand Slam's disputados.
Peço licença a Carlos Drummond de Andrade para escrever sobre Federer o que ele escreveu sobre Garrincha :Se há um deus que regula o tennis, esse deus é sobretudo irônico e farsante, e Federer é um de seus delegados incumbidos de zombar de tudo e de todos, nos estádios.
Atualmente Roger Federer não é o número um no ranking de campeões na ATP, é o número 2. Mas é o recordista de dias na primeira posição do ranking, é também o recordista de títulos em Grand Slam's, 16.Talvez quem veja o Federer jogar a partir de agora não verá tanta eficiência, pois o fim da carreira se aproxima, mas assistir seus jogos e ver-lhe "inventar" pontos é algo que poderá ser visto por mais tempo, afinal, talento não se desgasta com o tempo.
Roger Federer é, para mim, o melhor tennista de todos os tempos.
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Dario x Walter


Venho falar de dois dos melhores jogadores em atividade no futebol brasileiro, Dario Conca e Walter Montillo. Eles são os chamados camisas 10 de seus times. (Fluminense e Cruzeiro, respectivamente.)

Dario Conca é um velho conhecido das torcidas brasileiras, primeiro pelo Vasco e depois pelo Fluminense, o canhotinho habilidoso é responsável pelas principais jogadas de ataque de seu time, sim, ele é canhoto. Para a maioria das pessoas canhoto é aquele que chuta com a perna esquerda, vendo futebol dia após dia tendo a crer que é aquele que NÃO chuta com a perna direita, é o caso do argentino do Fluminense, grandes passes e chutes na perna boa e pouca precisão e utilização da perna "errada". Grande jogador, muita técnica, inteligência e velocidade, vejo sua perna direita como seu principal defeito.

O Argentino cruzeirense, Walter Montillo, é o camisa 10 clássico. Aquele que não corre se não houver necessidade, o que o faz parecer lento, mas não o é, tem muita aceleração e velocidade principalmente no seu raciocínio.

Montillo é a cereja do bolo nesse time do Cruzeiro, o que mais impressionou foi a adaptação do argentino na mudança do Chile para cá. Qualidade no toque de bola inquestionável, repito, inquestionável, erra pouco e cria muito, além de muitas vezes chegar para concluir a gol.

Para mim o principal mérito de Montillo sobre Conca é a precisão com a perna errada, ele é destro (aquele que chuta com a perna direita), porém sua perna esquerda não decepciona nem nos passes e muito menos nas finalizações.

Dois fortes concorrentes à disputa de melhor jogador do campeonato.
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"Lembra dele no...?" - Viola: da Copa à Fazenda



Paulo Sérgio Rosa foi revelado pelo Sport Club Corinthians Paulista em 1988, quando marcou, aos 5 minutos da prorrogação, o gol do título paulista sobre o Guarani. Ainda no Corinthians, não teve muitas grandes atuações e perdeu espaço no clube, foi para o São José-SP e depois para o Olímpia, também de São Paulo.

Em 1992 voltou ao Timão e viveu provavelmente a melhor fase de sua carreira até 1995. Com futebol vistoso e muitos gols Viola integrou o grupo tetra campeão mundial em 1994. Após esses anos no Corinthians se transferiu para o Valencia da Espanha, onde não foi tão bem.

O status de grande jogador se manteve e ele voltou ao Brasil para vestir a camisa do Palmeiras, depois a do Santos e também do Vasco da Gama. Mas jamais voltou a ser o Viola de 92 a 95 e, aos poucos, foi perdendo espaço no mercado nacional. Após uma fracassada segunda passagem pelo Santos ele se transferiu para o futebol turco e por lá ficou uma temporada. Voltou ao Brasil e jogou pelo Guarani, Bahia, depois passou no Flamengo também.

Viola se envolveu em algumas polêmicas, entre elas estar dirigindo embriagado e na fiscalização do veículo foi encontrada uma arma. Sua carreira teve altos e baixos. Não terminou da melhor maneira. Terminou no Brusque.

Eis que eu ligo a TV na Record e vejo o programa que está passando: A Fazenda, um reality show com alguns “ex-famosos”. E quem está lá? Paulo Sérgio Rosa, o Viola. Um jogador que já disputou uma Copa do Mundo participando de um reality show na televisão. Um jogador que já teve um salário anual multimilionário “concorrendo” a 2 milhões de reais.
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